
A Panificadora Pote de Mel é um lugar extremamente democrático.
Perto dela ficam a reitoria da Universidade Federal do Paraná e o gigantesco Hospital de Clínicas, onde pessoas de todo o Paraná e do Brasil vêm fazer tratamento, além de muitos outros estabelecimentos comerciais e educacionais.
Por ela passam universitários, médicos, pacientes e pedestres de todas as classes sociais. Por outro lado, o atendimento é de primeira, humano e igualitário. As moças recebem os pedidos no balcão e os levam às mesas, sempre sorridentes, sem distinção.
Uma ilha de civilidade no meio do caos urbano e frente ao plástico das praças de alimentação dos shoppings e demais franquias de alimentícias. Para mim, é um lugar onde ainda se pode usar a palavra freguês no lugar da palavra cliente. Em pleno centro da cidade de Curitiba.
Por outro lado, foi ali que percebi que chega uma idade em que você descobre que não pode mudar o mundo inteiro. Basta mudar um pedaço dele, aquele que cerca você. Já é suficiente e, ao mesmo tempo, não é pouca coisa.
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- Sobre a Biblioteca Livre Pote de Mel
- Regras da Bibliopote
- Como surgiu a ideia
- O acervo inicial
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[...] Pode começar como uma intervenção simples, direcionada a um pequeno grupo de pessoas, como a Biblioteca Livre Pote de Mel, idealizada pelo Alessandro Martins. Ou ainda menor. Que tal ler para outras pessoas em um ônibus? [...]
[...] Biblioteca Livre Pote de Mel. Levamos alguns livros para contribuir com essa ideia que muito nos inspirou. [...]